Administração da produção e de operações: o essencial

Autor(es): Jacobs, F. Robert
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13 capítulos

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1. ESTRATÉGIA DE PRODUÇÃO E DE SUPRIMENTOS

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Capítulo 1

ESTRATÉGIA DE PRODUÇÃO

E DE SUPRIMENTOS

Após ler o capítulo, você:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

Saberá por que é importante estudar a Administração da Produção e de Suprimentos.

Entenderá o significado de operações eficientes e eficazes.

Constatará como a estratégia de produção e de suprimentos se relaciona com marketing e finanças.

Perceberá as dimensões competitivas da estratégia de produção e de suprimentos.

Saberá o que são ganhadores e qualificadores de pedidos.

Conhecerá as medidas utilizadas pelos analistas de Wall Street para avaliar as operações.

19

Como a IKEA calcula seus preços atraentes

20

Administração da produção e de suprimentos: uma responsabilidade crítica de todo gerente

Caso: Progressive Insurance

Eficiência, eficácia e valor

23

Definição de eficiência

Definição de eficácia

Definição de valor

O que é a administração da produção e de suprimentos?

Definição de Administração da Produção e de Suprimentos

24

O que é a estratégia de operações e de suprimentos?

Dimensões competitivas

Definição de estratégia de operações e de suprimentos

 

2. GERENCIAMENTO DE PROJETOS

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Capítulo 2

GERENCIAMENTO DE PROJETOS

Após ler o capítulo, você saberá:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

O que é o gerenciamento de projetos e por que ele é importante.

Os diversos modos de estruturação de projeto.

Como os projetos são organizados em subprojetos relevantes.

O que significa um marco de projeto.

Determinar o “caminho crítico” de um projeto.

Como “comprimir” ou reduzir a duração de um projeto.

35

O iPod da Apple dispõe de uma equipe própria de desenvolvimento de produtos

36

O que é gerenciamento de projetos?

Definição de projeto

Definição de gerenciamento de projetos

37

Estruturando projetos

Projeto puro

Projeto funcional

Projeto matricial

40

Definição de projeto puro

Definição de projeto funcional

Definição de projeto matricial

Estrutura de divisão do trabalho

Definição de marcos do projeto

Definição de estrutura de divisão do trabalho

Definição de atividades

42

Gráficos de controle do projeto

Definição de gráfico de Gantt

42

Modelos de redes de planejamento

Método do Caminho Crítico (CPM)

Modelos de tempo-custo

53

Definição de caminho crítico

 

3. GERENCIAMENTO ESTRATÉGICO DA CAPACIDADE

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Capítulo 3

GERENCIAMENTO ESTRATÉGICO DA

CAPACIDADE

Após ler o capítulo, você:

1.

2.

3.

4.

Conhecerá o conceito de capacidade e a importância de seu “gerencimento” no decorrer do tempo.

Entenderá o impacto das economias de escala sobre a capacidade de uma empresa.

Saberá o que é uma curva de aprendizagem e como analisá-la.

Aprenderá a utilizar uma árvore de decisões para analisar alternativas ao se deparar com o problema do aumento de capacidade.

5. Saberá as diferenças na capacidade de planejamento entre as empresas manufatureiras e as prestadoras de serviços.

66

Shouldice Hospital: inovação em cirurgia de hérnia

67

Gerenciamento da capacidade na produção

Definição de capacidade

Definição de planejamento estratégico da capacidade

68

Conceitos de planejamento da capacidade

Economias e deseconomias de escala

Foco na capacidade

Flexibilidade da capacidade

70

Definição do melhor nível operacional

Definição de índice de utilização da capacidade

Definição de foco na capacidade

Definição de economias de escopo

Curva de aprendizagem

 

4. PROCESSOS DE PRODUÇÃO

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Capítulo 4

PROCESSOS DE PRODUÇÃO

Após ler este capítulo, você:

1.

2.

3.

4.

Saberá como os processos de produção são organizados.

Conhecerá os trade-offs que devem ser considerados ao elaborar um processo de produção.

Aprenderá o que é matriz produto-processo.

Entenderá por que a análise do ponto de equilíbrio é tão importante para a cadeia de suprimentos e operações quanto para as outras áreas.

5. Aprenderá a elaborar uma linha de montagem.

95

Toshiba: fabricante do primeiro notebook

96

Como os processos de produção são organizados

Definição de layout de projeto

Definição de centro de trabalho

Definição de célula de produção

Definição de linha de montagem

Definição de processo contínuo

Definição de matriz produto-processo

97

Análise de trade-off

99

Projetando um sistema de produção

Layout de projeto

Centros de trabalho

Célula de produção

Layouts de linha de montagem e de processos contínuos

102

Estrutura da linha de montagem

Divisão de tarefas

Layouts com linhas flexíveis e em “U”

Balanceando linha com modelos mistos

Definição de tempo de ciclo da estação de trabalho

 

5. PROCESSOS DE SERVIÇOS

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Capítulo 5

PROCESSOS DE SERVIÇOS

Após ler o capítulo, você:

1. Entenderá as características dos processos de serviço e as diferenças em relação aos processos de produção.

2. Poderá classificar os processos de serviço.

3. Entenderá o que significa a análise da espera na fila (filas).

4. Poderá modelar algumas situações comuns de fila de espera e prever a utilização do servidor, o comprimento da fila de espera e o tempo médio de espera do cliente.

121

Serviços da cadeia de suprimentos na DHL

122

Classificação operacional dos serviços

Definição de alto e baixo grau de contato com o cliente

123

Projetando organizações de serviços

123

Estruturando o encontro de serviços: matriz de projeto do sistema de serviços

125

Economia do problema das filas de espera

O ponto de vista prático das filas de espera

126

O sistema de filas

As chegadas dos clientes

Distribuição de chegadas

O sistema de filas: fatores

Saindo do sistema de filas

Definição de sistema de filas

Definição de taxa de chegada

Definição de distribuição exponencial

 

6. QUALIDADE SEIS SIGMA

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Capítulo 6

QUALIDADE SEIS SIGMA

Após ler o capítulo, você:

1. Conhecerá o gerenciamento da qualidade total.

2. Saberá como a qualidade é avaliada e aprenderá as diferentes dimensões da qualidade.

3. Entenderá o processo DMAIC (definir, mensurar, analisar, aprimorar e controlar) da melhoria da qualidade.

4. Saberá calcular a capabilidade de um processo.

5. Aprenderá como os processos são monitorados com gráficos de controle.

6. Conhecerá os conceitos de amostragem de aceitação.

149

Processos Seis Sigma da cadeia de suprimentos da GE

150

Gerenciamento da qualidade total

Definição do gerenciamento da qualidade total

Definição do Malcolm Baldrige National Quality Award

152

Especificação da qualidade e custos da qualidade

Desenvolvendo especificações de qualidade

Custo da qualidade

155

ISO 9000

157

Qualidade Seis Sigma

Definição de qualidade do projeto

Definição de qualidade da conformidade

Definição de qualidade na fonte

Definição de dimensões da qualidade

Definição de custo da qualidade

Metodologia do Seis Sigma

Ferramentas analíticas para o Seis Sigma e a melhoria contínua

 

7. ABASTECIMENTO ESTRATÉGICO

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Capítulo 7

ABASTECIMENTO ESTRATÉGICO

Após ler este capítulo, você:

1. Saberá como as importantes decisões de abastecimento vão muito além de simples decisões de compra de materiais.

2. Conhecerá o “efeito chicote” e saberá por que é importante sincronizar o fluxo de material entre os parceiros da cadeia de suprimentos.

3. Entenderá como as características do abastecimento e a demanda afetam a estruturação das cadeias de suprimentos.

4. Saberá o motivo para terceirizar capacidades.

5. Aprenderá a calcular a rotatividade de estoque e os dias de abastecimento.

6. Conhecerá os componentes básicos de um programa eficiente de customização em massa.

195

O mundo é nivelado

Efeito nivelador 5: Terceirização

Efeito nivelador 6: Offshoring

196

Abastecimento estratégico

Definição de abastecimento estratégico

Definição de efeito chicote

Definição de produtos funcionais

Definição de produtos inovadores

200

Terceirização

Definição de terceirização

Definição de logística

204

Avaliação do desempenho do abastecimento

Definição de giro de estoque

 

8. LOGÍSTICA

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Capítulo 8

LOGÍSTICA

Após ler este capítulo, você:

1. Saberá o que é um fornecedor de logística.

2. Conhecerá questões importantes que devem ser consideradas ao localizar as instalações de uma fábrica ou depósito.

3. Poderá usar o método de “transporte” da programação linear para analisar problemas de localização.

4. Aprenderá a usar o sistema de classificação de fatores para filtrar os possíveis pontos de localização.

5. Conhecerá o método “centróide” para localizar entidades, como torres de comunicação para telefonia celular.

215

FED EX: Uma empresa global líder em logística

216

Logística

Definição de logística

Definição de logística internacional

Definição de empresas de logística terceirizadas

216

Decisões relacionadas à logística

Definição de Cross-docking

Definição de sistemas Hub-and-spoke

218

Considerações sobre a localização das instalações

Definição de zona de livre comércio

Definição de blocos comerciais

221

Métodos para a localização de fábricas

Sistemas de classificação de fatores

Método do transporte da programação linear

 

9. PRODUÇÃO ENXUTA

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Capítulo 9

PRODUÇÃO ENXUTA

Após ler este capítulo, você:

1. Saberá como funciona um sistema puxado de produção.

2. Entenderá os conceitos do Sistema Toyota de Produção.

3. Saberá como é possível utilizar o mapeamento de fluxo de valor para identificar o desperdício de atividades.

4. Saberá como os cartões kanban podem ser usados para controlar um sistema puxado (pull).

5. Aprenderá a realizar uma produção enxuta.

6. Conhecerá exemplos de conceitos enxutos aplicados aos sistemas de serviços.

236

Lean Seis Sigma na Solectron

237

Lógica JIT

Definição de produção enxuta

238

Sistema Toyota de produção

Eliminação das perdas

Respeito pelas pessoas

246

Definição de mapeamento da cadeia de valor

Definição de tecnologia de grupo

Definição de qualidade na fonte

Definição de programação nivelada da fábrica (heijunka)

Definição de kanban

Definição de sistema kanban

Requisitos para a implementação do Lean

Layouts e fluxos do projeto

Aplicações enxutas para os fluxos em linha

Aplicações enxutas para Job Shops

Qualidade Seis Sigma

 

10. GESTÃO E PREVISÃO DA DEMANDA

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Capítulo 10

GESTÃO E PREVISÃO DA DEMANDA

Após ler este capítulo, você:

1. Conhecerá a função da previsão como base para o planejamento da cadeia de suprimentos.

2. Saberá a diferença entre as demandas dependente e independente.

3. Conhecerá os componentes básicos da demanda independente: médias, tendências, sazonais e variações aleatórias.

4. Aprenderá técnicas comuns de previsão qualitativa, como o método Delphi.

5. Saberá fazer previsões com séries temporais, usando médias móveis, suavização exponencial e regressão.

6. Entenderá como a Internet é utilizada para aprimorar a previsão.

262

Banco de dados da Wal-Mart

263

Gestão da demanda

Definição de demanda dependente

Definição de demanda independente

264

Tipos de previsão

Definição de análise de séries temporais

264

Componentes da demanda

266

Técnicas qualitativas na previsão

Pesquisa de mercado

Consenso através de painel

Analogia histórica

Método Delphi

268

Análise de séries temporais

Média móvel simples

Definição de suavização exponencial

Média móvel ponderada

Definição da constante alfa de suavização (␣)

 

11. PLANEJAMENTO AGREGADO DE VENDAS E DE PRODUÇÃO

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Capítulo 11

PLANEJAMENTO AGREGADO DE

VENDAS E DE PRODUÇÃO

Após ler este capítulo, você:

1. Saberá o que é o planejamento de vendas e de produção e como ele coordena a produção, a logística, o atendimento e os planos de marketing.

2. Saberá construir planos agregados que aplicam diversas estratégias para atender à demanda.

3. Entenderá o que é o gerenciamento da oferta e por que ele é uma estratégia importante para nivelar a demanda.

Definição de plano agregado de produção

297

O que é o planejamento de vendas e de produção?

297

Visão geral das atividades do planejamento de vendas e de produção

Definição de planejamento de vendas e de produção

Definição de planejamento de longo prazo

Definição de planejamento de médio prazo

Definição de planejamento de curto prazo

299

Plano agregado de produção

Ambiente de planejamento da produção

Custos relevantes

Definição de taxa de produção

Definição de nível da mão-de-obra

Definição de estoque disponível

Definição de estratégias de planejamento de produção

Definição de estratégia pura

 

12. CONTROLE DE ESTOQUE

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Capítulo 12

CONTROLE DE ESTOQUE

Após ler este capítulo, você:

1. Conhecerá os diversos objetivos da manutenção de estoques.

2. Saberá que o tipo de lógica de sistema de estoque adequada a um item depende do tipo de demanda desse item.

3. Saberá calcular o tamanho do pedido adequado a uma compra ocasional.

4. Entenderá o que é quantidade econômica do pedido (EOC – Economic Order Quantity) e como calculá-la.

5. Conhecerá os modelos de quantidade fixa do pedido e período fixo, inclusive maneiras de calcular o estoque de segurança se ocorrer uma variação na demanda.

6. Saberá por que o giro de estoque está diretamente ligado à quantidade do pedido e ao estoque de segurança.

321

Hospitais esperam economizar com a gestão de suprimentos

324

Definição de estoque

Definição de estoque

324

Objetivos do estoque

325

Custos de estoque

326

Demanda independente versus demanda dependente

Definição de demanda independente e demanda dependente

327

Sistemas de estoque

Modelo de estoque de um período único

Sistemas de estoque de vários períodos

 

13. PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAIS

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Capítulo 13

PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE

DE MATERIAIS

Após ler este capítulo, você:

1.

2.

3.

4.

Entenderá o que é MRP e a sua melhor aplicação.

Conhecerá a origem das informações utilizadas pelo sistema.

Saberá fazer uma “explosão” de MRP.

Saberá como as quantidades de pedidos são calculadas em sistemas MRP.

361

Do empurrar para o puxar

Definição de planejamento da necessidade de materiais (MRP)

362

Onde o MRP pode ser utilizado

363

Estrutura do sistema de planejamento da necessidade de materiais

Demanda dos produtos

Lista de materiais

Registros de estoque

Programa computacional MRP

368

Definição de programa mestre de produção

Definição de lista de materiais (BOM)

Definição de sistemas de mudança líquida

Um exemplo usando o MRP

Previsão da demanda

Desenvolvendo uma programação mestre de produção

Listas de materiais (estrutura do produto)

Registros de estoques

Efetuando os cálculos do MRP (lógica do programa computacional MRP)

373

Dimensionamento de lotes em sistemas MRP

Lote por lote

Quantidade econômica do pedido

Menor custo total

 

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